terça-feira, 5 de agosto de 2008

Sulley e cia. de volta?

Correm boatos na internet de que a Pixar está pensando em produzir uma continuação de Monstros S.A. O falatório aconteceu depois que o blog MTV Movies divulgou uma entrevista na qual o diretor Pete Docter (de UP), ao ser indagado sobre a chance da realização de um segundo filme protagonizado por Sulley e Mike, não negou nem confirmou a possibilidade. Um pouco nervoso, de acordo com o site, Docter tentou contornar sua resposta, acrescentando que "nós não pensamos a respeito, mas nós temos algumas idéias".

Será que essas idéias tem a ver com uma atração inspirada em Monstros S.A. que está sendo desenvolvida no Walt Disney World na Flórida ou na continuação? Seja lá qual for a alternativa, vamos torcer para que logo possamos nos encontrar novamente com os simpáticos monstrinhos!

Só para lembrar, atualmente a Pixar produz as continuações de Carros e Toy Story.

(shirley paradizo)

Estante: Lupin III – O Segredo de Mamo

Rupan Sansei: Mamo Karano Chousen / Lupin The 3rd: The Movie - The Secret of Mamo (Japão, 1978) · 100 minutos · Dirigido por Yasuo Ôtsuka e Soji Yoshikawa · Elenco (vozes): Yasuo Yamada, Kiyoshi Kobayashi, Eiko Masuyama, Makio Inoue e Gorô Naya

Para os fãs de animação japonesa, o DVD Lupin III - O Segredo de Mamo (R$ 29,90, Focus) não pode faltar na sua coleção. Adaptado do mangá de Kazuhiko Kato, o longa-metragem foi o primeiro animado estrelado pelo personagem de O Castelo de Cagliostro (leia aqui) e narra as aventuras de Lupin III, o neto do famoso ladrão Arsène Lupin.

Na história, Lupin III é dado como morto. Apesar do relatório do legista atestando que Lupin realmente morreu, o cético inspetor Koichi Zenigata decide investigar. Claro que ele descobre que o charmoso ladrão está vivo e passa muito bem – e continua roubando. Enquanto uns lamentam sua morte e outros comemoram a notícia, Lupin e seus comparsas Daisuke Jigen e Goemon Ishikawa embarcaram para o Egito atrás de um misterioso artefato de pedra encontrado em uma pirâmide.

Atraída pela promessa de uma vida eterna de beleza e juventude, a aventureira Fujiko Mine une-se a um sinistro sábio conhecido como Mamo para trair Lupin e roubar a pedra. Com Zenigata sempre em seu encalço, a busca por Fujiko leva Lupin e seus amigos à misteriosa ilha de Mamo, onde descobrem os obscuros segredos que representam uma ameaça ao mundo inteiro. Agora, depende de Lupin impedir que o cientista coloque em prática seu milenar plano para dominar a humanidade.

O animado é apresentado em formato Widescreen Anamórfico, com áudios em Inglês (5.1), japonês e português (ambos em 2.0), além de legendas em português. Como extra, o disco traz apenas stotyboards da animação.

Indicação: a partir dos 12 anos

(shirley paradizo)

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Beija o sapo

Finalmente, a Disney divulgou um teaser trailer de A Princesa e o Sapo, o primeiro longa-metragem animado em 2D do estúdio desde Nem que a Vaca Tussa, em 2004. Seguindo o exemplo dos animados da Pixar, o vídeo traz uma “cena romântica” entre os protagonistas e que provavelmente não estará no filme. Nele vemos a princesa Tiana (voz de Anika Noni Rose, de Dreamgirls: Em Busca de um Sonho) evitando dar o beijo de amor no príncipe que está na forma de um sapo por causa de um feitiço.

Destaque ainda para uma das canções de Randy Newman (ganhador do Oscar pela música-tema de Monstros S.A.), que está trabalhando na trilha do filme, e para o cenário da romântica Nova Orleans na década de 1920, a chamada época Era do Jazz.

Como curiosidade, Tiana é a primeira princesa negra a protagonizar um desenho animado da Disney – antes dela, o estúdio já havia apostado em heroínas diversificadas, como a árabe Jasmine de Aladin, a índia Pocahontas e a chinesa Mulan.

A Princesa e o Sapo é roteirizado e dirigido pela dupla Ron Clements e John Musker (de A Pequena Sereia e Hércules) e está previsto para no fim de 2009 nos EUA. No Brasil, o lançamento deve acontecer no início de 2010, já que o filme ainda não está presente no calendário lançamentos da Disney do ano que vem. Confira o trailer abaixo.



(shirley paradizo)

Literatura: A ilha da fantasia

Abertamente inspirado nas aventuras de Robson Crusoe, A Ilha de Nim (R$ 26, Brinque-Book) nos leva a uma viagem fantástica ao lado de uma garota que mora em uma ilha paradisíaca e deserta no meio do oceano. Órfã de mãe, ela vive na companhia do pai, Jack, um renomado cientista, e dos seus melhores amigos - o iguana-marinho Fred e uma leão-marinho chamada Selkie. Nem ela nem o pai querem saber de outra vida.

Pudera. Nossa protagonista sobe em coqueiros, mede o vento e as marés, colhe frutas, cuida da horta, faz seu próprio pão e checa os e-mails do pai, que escreve artigos sobre o clima, a fauna e a flora da ilha. Ou seja, sua vida é perfeita, até que um dia Jack desaparece com seu barco durante uma tempestade e ela se vê completamente sozinha. Para resolver as adversidades, Nim percebe que tem de ser mais valente do que nunca e contar com a ajuda dos amigos para sobreviver.

Com linguagem leve, divertida e sofisticada, a obra da canadense Wendy Orr - que conta com ilustrações e um belo mapa de Kerry Millarde - funciona como um épico que mistura fantasia, realidade e lições sobre convivência com a natureza. A autora já publicou 24 livros e mais de 40 prêmios em seu currículo. A Ilha de Nim foi nomeada como um dos melhores livros para crianças pelo jornal LA Times e eleito o melhor livro para jovens leitores segundo a The West Australian Young Reader's Book Award, em 2001. Com essa fama, era de se esperar que ganhasse uma versão para o cinema, batizada de A Ilha da Imaginação. O longa-metragem infanto-juvenil, estrelado por Jodie Foster, Abigail Breslin (de Pequena Miss Sunshine) e Gerard Butler (de 300), está em cartaz nos cinemas de todo o país e vale ser conferido.

Confira a entrevista exclusiva com a escritora feita pela amiga, parceira e jornalista Cristiane Rogerio, da revista Crescer no post abaixo ou clique aqui.


(shirley paradizo)

Entrevista: A criadora de Nim

Estrelado por Jodie Foster e Abigail Breslin, A Ilha da Imaginação mostra as aventuras de uma menina moradora de uma ilha deserta. Inspirado no livro A Ilha de Nim, da canadense Wendy Orr, uma das melhores contribuições do filme - além de divertir, claro - é o incentivo à leitura. E não apenas porque Nim é fã de livros, mas porque mostra de um jeito muito bacana a relação de um escritor com o seu herói-personagem. Confira a entrevista exclusiva feita por Cristiane Rogerio com a escritora:

Qual parte da história você tinha aos 9 anos?
Estava visitando meus avós em Vancouver, no Canadá. No trem que levava até lá, passamos por duas ilhas tão pequenas como casas - desejei na mesma hora morar em uma delas! Mas, talvez porque soubesse que isso não iria acontecer, ou talvez porque sempre fui uma boa contadora de histórias, a garota que vi morando lá não era eu, mas era extraordinariamente corajosa, competente e original. E, provavelmente, porque tinha acabado de ler um livro sobre uma menina órfã, esta garota também seria órfã! Visitei meus pais em abril passado e minha mãe achou uma caixa cheia de escritas minhas de infância, e eu li a história da ilha. Algumas coisas estavam diferentes, mas o mais importante - a descrição da ilha que faria ela possível, a coragem da menina e suas habilidades e independência - estavam lá. Pudemos ver claramente as origens de A Ilha de Nim!

Quando você terminou o livro?
Entre final de 1998 e começo de 1999.

Você acompanhou o roteiro do filme e houve mudanças, não? Isto te incomoda?
A mudança foi como Jack, pai de Nim, volta para a ilha depois de afundar, mas é mais um jeito diferente de contar a história. Trabalhar com os roteiristas Paula Mazur e Joe Wrong me deu a percepção de porque algumas coisas têm de ser diferentes no filme em relação ao que está no livro. Por exemplo, a maneira como fiz Alex chegar à ilha de barco é perfeita para o livro, mas não acho que seria muito convincente vendo uma pessoal real, na tela. E como eles adoraram o livro, sabia que as sugestões de mudanças eram porque acreditavam ser necessário para funcionar melhor. Quando vi o filme pronto, senti um grande alívio porque pensei que era bom, que as pessoas iriam gostar e que estava fiel ao espírito dos personagens da minha história.

O livro e o filme falam das aventuras por meio dos livros. Você acredita que o filme pode ser um incentivo à leitura?
Espero que sim! Jodie Foster me contou que o livro inspirou o filho dela a começar a ler, porque foi o primeiro livro que ele leu e se divertiu sozinho. Acho que seria maravilhoso se outras crianças começassem a ler mais depois que vissem o filme.

Você gosta de animais? Tem algum?
Amo animais. Na verdade, fiquei muito emocionada ao encontrar um dos dois leões-marinho que interpretaram Selkie no filme. Agora tenho um cachorro velhinho, uma collie, mas antigamente tive gatos, cavalos e coelhos.

O que você faria de diferente se morasse em uma ilha deserta?
Pensando bem... nada. Exceto por caminhar na praia sem direção, o que seria ótimo. Atualmente vivo em um lugar muito agradável, no meio de uma floresta, a cerca de 10 minutos de várias praias. Tenho muita sorte.

* Entrevista realizada por Cristiane Rogerio e publicada originalmente no site da revista
Crescer

Estréia: Yu-Gi-Oh GX

A partir de segunda, dia 4, o Nickelodeon exibe os novos episódios da terceira temporada de Yu-Gi-Oh GX, saciando, assim, a vontade de muitos fãs que esperavam ansiosos pela continuação das aventuras dos duelistas na Academia de Duelos.

O animê é um spin-off (série derivada) da franquia original Yu-Gi-Oh!. e se passa em um futuro distante inacessível para o resto do mundo, onde fica a Academia de Duelos. Ele narra a história do garoto Jaden Yuki a partir do momento em que entra na academia, pertencente a Kaiba Corp.
A escola tem como objetivo desenvolver ao máximo o potencial de luta de seus alunos, que são divididos em três grupos: no Obelisco Azul, está a elite; no Ra Amarelo, estão aqueles com potencial; e no Slifer Vermelho, ficam os jogadores de nível mais baixo. Enquanto está a caminho dos exames de admissão para a academia, ele bate de frente com Yugi Muto, o Rei dos Games.

Yugi desconfia que Jaden é um duelista e lhe dá de presente um cartão de boa sorte. Claro que Jaden irá se deparar com vários inimigos e precisará lidar com os constantes duelos entre rivais fortes como Chazz Princeton, o “melhor” aluno do Obelisco Azul, e o malvado Dr. Vellian Crowler.

Só como lembrete, o canal não vai tirar do ar o desenho após final de GX, pois a nova série Yu-Gi-Oh 5D's (Five D's) está prometida para ser lançada em 2009.

Exibição: de segunda a sexta, 16h30, Nickelodeon

Indicação: a partir dos 9 anos

(shirley paradizo)

sábado, 2 de agosto de 2008

Estréia: Seis Dezesseis

Um grupo de amigos que permanece unido na alegria ou na tristeza. Não, não é Friends, mas a animação canadense Seis Dezesseis (6Teen), que agora ganha novos episódios a partir do dia 4, segunda, 11h, Boomerang. Apesar de trazer um formato similar ao da sitcom dos anos 90, aqui os protagonistas adolescentes trabalham em lojas de um shopping em Toronto. E, dessa vez, a turma tem assuntos importantíssimos para resolver.

Para começar, Caitlin se apaixona por dois garotos e não consegue se decidir com quais deles quer ficar; Jen perde seu superdiário e teme que alguém possa ler seus pensamentos secretos. Jude fica caidinho por uma garota... mas ela só fala francês e ele não entende uma só palavra que ela fala. Enquanto isso, Nikki usa um banheiro cuja descaraga está quebrada... que nojo!

A série animada é escrita e produzida por Tom McGillis e Jennifer Pertsch (do Fresh Animation).

Exibição: segunda a sábado, 11h, Boomerang

Indicação: a partir dos 11 anos

(shirley paradizo)

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Da minha coleção...

Produzido pela Start Desenhos Animados, o comercial dos cotonetes Johnson & Johnson chamado Banheira fez grande sucesso na televisão no final da década de 1970. O curta do carismático homenzinho azul que desfilava na telinha apenas de toalha e limpando as orelhas levou Bronze no Festival de Cannes, em 1978.

(shirley paradizo)

Estréia: As Meninas Superpoderosas Geração Z

Os traços estilizados e os olhos grandes dos desenhos japoneses serviram de inspiração para o animador e diretor Craig McCraken criar, em 1998, As Meninas Superpoderosas. Passados dez anos, os orientais do estúdio Toei Animation reverteram o caminho e transportaram as heroínas para o mundo dos animês em As Superpoderosas: Geração Z (dia 2, sábado, 14h, Cartoon). Ao adquirir os direitos de adaptar a animação, o estúdio fez questão de manter a essência do original, acrescentando aqui e ali pitadas de modernidade. As garotas orientais estão sempre na moda e não abrem mão de artefatos tecnológicos para combater o mal.

As três amigas de escola de 13 anos ganharam superforça e outras habilidades ao serem atingidas por raios provenientes de uma experiência malsucedida do Professor Utonium e seu filho, Ken. A dupla estava testando o Elemento X e, devido a um acidente, acabam criando uma nova substância, que batizaram de Elemento Z. Agora as garotas têm como missão proteger
a cidade de Tóquio dos mais estranhos vilões.

E
, sim, na nova animação, o cientista Utonium não tem nenhum parentesco com as meninas originais. Mas o arquiinimigo continua sendo Macaco Loco, que também é recauchutado.

Exbição:
sábados, 14h, Cartoon Network

Indicação:
a partir dos 9 anos


(shirley paradizo)

Criança & TV: Proteção à criança

A televisão brasileira, desde julho de 2007, adota um novo sistema de informação para classificar seus programas, em cumprimento à Portaria nº 1.220 do Ministério da Justiça, que atende aos termos nos caput do art. 74 da Lei 8.069, de 11 de julho de 1990, do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A nova lei tem como finalidade informar aos pais a idade mínima recomendada a cada programa antes de eles entrarem no ar. As emissoras ainda são obrigadas a seguir uma grade horária para apresentar alguns conteúdos. De acordo com as novas regras, a programação entre as 7h e 19h é livre, ou seja, é permitida para todas as idades. A partir das 20h, fica restrita para jovens acima de 12 anos, e das 21h em diante, a idade limite é 14 anos. Já a partir das 22h, os programas só são permitidos para maiores de 16 anos e, a partir das 23h, somente para maiores de 18 anos.

Desde que entrou vigor, os canais precisam colocar em suas atrações os símbolos indicativos no canto da tela, mostrando restrições para conteúdos permitidos para crianças de 10 e 12 anos e adolescentes de 14, 16 e 18. Haverá também indicação quando o programa for livre. As TVs por assinatura não estão sujeita às regras de horários. Elas apenas precisam informar qual é a classificação da atração exibida, mas não têm de seguir os horários especificados à TV aberta, visto que os pais têm a l
iberdade de escolher os programas que desejam assinar. Os programas jornalísticos, esportivos e a publicidade em geral também não estão sujeitas à classificação.

Para esclarecer os pais e o telespectador, o Ministério da Justiça lançou na época um manual com tira-dúvidas e com os símbolos obrigatórios. Essa cartilha pode ser encontrada online no site da Andi (Agência Nacional dos Direitos da Criança). O endereço é bem bacana e traz informações diversas sobre o assunto, como folders para downloads, além de diversos outros temas relacionados à criança e de como protegê-la de conteúdos audiovisuais inadequados. Vale sua visita.


Fonte: site Andi

terça-feira, 29 de julho de 2008

Sucesso absoluto!

O animê Ponyo on the Cliff by the Sea, a nova produção dos estúdios Ghibli e dirigido por Hayao Miyazaki, teve uma ótima abertura no Japão. Segundo dados divulgados nos últimos dias, o animado faturou US$ 14,8 milhões no fim de semana de lançamento (o equivalente a 1,25 milhões de ingressos vendidos). É quase o valor que teve a estréia de A Viagem de Chihiro, que rendeu US$ 258 milhões na época de sua estréia na Terra do Sol Nascente.

Apesar do bom resultado, as reações do espectador ao filme têm sido adversas. Ponyo é
assumidamente mais infantil que os demais trabalhos do diretor, mas aparentemente até mesmo a garotada têm demonstrado pouca afeição à produção. Em recente entrevista, o próprio Miyazaki admitiu que está "desapontado por ter tentado fazer algo para crianças, mas que falhou em alcançar o alvo". Os números de bilheteria indicam, porém, que a animação atraiu casais e jovens (especialmente do sexo feminino).

Enquanto Ponyo não aterrissa por aqui, confira uma nova prévia do animado abaixo.

(shirley paradizo)

Animação olímpica

O canal britânico BBC começou a divulgar uma bela animação promocional em seu site tendo como tema os Jogos Olímpicos de Pequim. O curta animado é assinado por Jamie Hewlett e, segundo ele, "passou por muitas mudanças porque há muitos departamentos na BBC, e as Olímpiadas são o foco principal do canal este ano". A idéia de usar personagens chineses na animação era considerada avançada em termos de BBC, mas alguém lá entendeu a idéia e adotou o trabalho do diretor.

O vídeo e mais informações sobre o desenho podem ser conferidos no site da
BBC.

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A nova Alice

Finalmente Tim Burton escolheu a protagonista da adaptação de sua Alice no País das Maravilhas, filme que produzido pela Disney com o início das filmagens prometida para o início de novembro. A protagonista será a jovem atriz australiana Mia Wasikowska, mais conecida pelo seriado da HBO Em Terapia e que em breve poderá ser vista na telas de cinema em duas produções, contracenando com Daniel Craig no drama de guerra Defiance (de Edward Zick) e na cinebiografia Amelia, estrelado por Hilary Swank e sobre a aviadora Amelia Earhart.

A intenção dos estúdios é revitalizar clássicos que já foram ao cinema em forma de animação e produzi-los com a técnica de captura de movimento ou mocap (como a que usanda recentemente em V
iagem ao Centro da Terra - O Filme e Beowulf). O roteiro inspirado na obra de Lewis Carroll está nas mãos da veterana Linda Woolverton (de A Bela e a Fera e O Rei Leão). Leia mais aqui.

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Estante: A Princesa e a Ervilha

The Princess and the Pea · Dirigido por Mark Swan · Produção: EUA/Hungria, 2002 (75 min.) · Elenco (vozes): Ronan Vibert, Amanda Waving e Steven Webb

A maioria dos contos do dinamarquês Hans Christian Andersen foram parar na televisão ou no cinema, em séries animadas, filmes e longas de animação. De Patinho Feio e As Roupas Novas do Imperador a Pequena Sereia, as obras do escritor há séculos povoam a imaginação de crianças e, claro, adultos.

Em 2002, foi a vez de A Princesa e a Ervilha. Sua passagem pelos cinemas, porém, foi sem muito alarde. Agora o desenho ganha uma versão em DVD (Flashstar, R$ 29,90). Apesar de não conter extras significativos, o disco vale pela deliciosa fábula que acontece no Reino Corazion, um lugar cheio de vida e governado pelo bondoso rei Heath. Mas a paz está sendo ameaçada pelo invejoso Laird, que tenta de tudo para conquistar a coroa.

A saída é o irmão mais novo do príncipe, seu sucessor escolhido pelo rei, encontrar uma esposa e, assim, salvar o reino das mãos de Laird, que também é um pode ser um herdeiro do trono. Entre as nobres donzelas candidatas, surge Darla, uma camponesa que o faz pensar sobre o verdadeiro sentido da beleza e se realmente deve casar-se com a moça. Para ajudá-lo nessa escolha, um velho e sábio corvo chamado Sebastian decide convocar o poder da "ervilha", que irá dizer qual das moças realmente é digna de se tornar rainha e ser forte o bastante para combater, ao lado do príncipe, o maquiavélico Laird.

(shirley paradizo)

segunda-feira, 28 de julho de 2008

A final do Anima Mundi

A 16ª edição do festival de animação Anima Mundi terminou dia 27, domingo, em São Paulo, premiando o longa dinamarquês Princess, de Anders Morgenthaler. Os norte-americanos Idiots and Angles, de Bill Plympton, e Delgo, de Marc F. Adler e Jason Maurer, ficaram com o segundo e terceiro lugar, respectivamente.

Entre as animações infantis, a alemã Um Dia de Sol, de Gil Alkabetz, se destacou, ficando à frente de Seu Lobo, de Humberto Avelar, e Cucurujas, do húngaro Alexei Alexeev. Dossiê Rê Bordosa, de César Cabral, venceu na categoria Melhor Animação Brasileira, deixando para trás Seu Lobo e O Jumento Santo e a Cidade que se Acabou Antes de Começar, de William Paiva e Leo D. O trabalho de Cabral também foi escolhido o Melhor Curta-Metragem. Confira abaixo a lista dos vencedores. Mais informações no site oficial do evento.

Júri Popular
Melhor

Filme de Estudante
- Oktapodi, de Julien Bocabeille, François Xavier Chanioux, Olivier Delabarre, Thierry Marchand, Quentin Marmier, Emud Mokhberi (França)
- Blind Spot, de Johanna Bessiere, Cecile Dubois Herry, Simon Rouby, Nicolas Chauvelot, Olivier Clert, Yvon Jardel (França)
- La Queue de la Souris, de Benjamin Renner (França)

Melhor Longa-Metragem
- Princess, de Anders Morgenthaler (Dinamarca)
- Idiots and Angels, de Bill Plympton (Estados Unidos)
- Delgo, de Marc F. Adler & Jason Maurer (Estados Unidos)

Melhor Animação Infantil

- Um Dia de Sol, de Gil Alkabetz (Alemanha)

- Seu Lobo, de Humberto Avelar (Brasil)

- Cucurujas, de Alexei Alexeev (Hungria)

Melhor Animação Brasileira

- Dossiê Rê Bordosa, de César Cabral

- Seu Lobo, de Humberto Avelar

- O Jumento Santo e a Cidade que se Acabou Antes de Começar, de William Paiva e Leo D.


Melhor Curta-Metragem

- Dossiê Rê Bordosa, de César Cabral (Brasil)

- Isabelle Au Bois Dormant, de Claude Cloutier (Argentina)

- Oktapodi, de Julien Bocabeille, François Xavier Chanioux, Olivier Delabarre, Thierry Marchand, Quentin Marmier, Emud Mokhberi (França)


Prêmio dos Diretores de Anima Mundi

La Queue de la Souris
, de Benjamin Renner (França)


Prêmio Núcleo de Animação de Campinas - para a Melhor Animação de Estudante Brasileira

O Povo Atrás do Muro
, de Marconi Loures de Oliveira


(shirley paradizo)