terça-feira, 23 de junho de 2009

Estreia cancelada

Depois do resultado mediano nas bilheterias dos Estados Unidos, onde ainda não conseguiu chegar aos 40 milhões de dólares (pouco perto dos 100 milhões que custou), A Terra Perdida (Land of The Lost) começou a perder força também mundo afora. Como consequência, os fãs brasileiros não vão conseguir vê-lo na telona ainda dessa vez. Programado para estrear no país em 28 de agosto, a versão para as telonas da cultuada série televisiva dos anos 1970 O Elo Perdido, só vai ser lançado em DVD e a previsão nada animadora: só lá para o fim de dezembro, de acordo com informações do site Omelete.

A história acompanha um fracassado cientista (Will Ferrell, de Quase Irmãos), desacreditado publicamente, que embarca em uma expedição a uma terra perdida - onde vivem monstros e estranhas civilizações - que prova todas as suas insanas teorias. Exibida entre 1974 e 1977 na terrinha do Tio Sam, a série marcou época por colocar uma tradicional família americana na pré-história. O diretor da adaptação é Brad Silberling (de Desventuras em Série).

(shirley paradizo)

Hobbits de volta ao cinema

A produção de O Hobbit está a todo vapor. Por esses dias, o diretor Guilherme Del Toro confirmou em entrevista à BBC o retorno de astros da trilogia O Senhor dos Anéis. "Andy Serkis, Ian McKellen e Hugo Weaving estão de volta aos seus papéis", contou. Eles viveram, respectivamente, Sméagol, Gandalf e Elrond. "Mostraremos um capítulo novo... Na mitologia, Gandalf se atrasa com uma crise, um encontro com um personagem sombrio chamado Necromancer, e depois descobrimos ser Sauron", disse.

Os quatro hobbits da saga cinematográfica inspirada na obra de J.R.R. Tolkien também devem aparecer em O Hobbit. "Eles realmente nos querem de volta. Claro que Ian McKellen e Andy Serkis estarão lá. Nossos personagens não estão no livro, mas eu acho que a idéia é possivelmente trazer de volta alguns daqueles personagens que todos conhecem e amam", contou Dominic Monaghan. Segundo o Empire Online, o roteiro deverá ser reescrito para incluir Merry (Dominic Monaghan), Pippin (Billy Boyd), Frodo (Elijah Wood) e Sam (Sean Astin).

Primeiro livro ambientado na Terra-Média, O Hobbit conta os eventos que precedem o achado do Anel por Bilbo Bolseiro e se passa antes do nascimento dos quatro de Frodo e companhia. Nele, Bilbo parte em uma aventura com um grupo de anões e o mago Gandalf e acaba encontrando a jóia do mal na caverna de Gollum. O ator escocês James McAvoy (de Crônicas de Nárnia) pode interpretar o hobbit Bilbo Bolseiro, que, na trilogia O Senhor dos Anéis, foi vivido por Ian Holm.

As filmagens irão começar em breve e os dois filmes serão gravados simultaneamente. O Hobbit 1 tem previsão de estreia para 2010 e o segundo para 2011. O orçamento previsto de está em torno de US$ 150 milhões.

(shirley paradizo)

Roedores em combate

O animado protagonizado pelos roedores da Disney ganharam recentemente seu pôster nacional. A arte de Força-G (G-Force) é praticamente a mesma da versão americana, trazendo os bichinhos juntos. Produzido Jerry Bruckheimer e com direção de Hoyt Yeatman, o desenho é uma aventura que mescla ação real e animação em CGI, sobre um programa governamental secreto que treina animais para tarefas de espionagem.

Esses bichos, cobaias armadas com tecnologia de ponta, descobrem que um vilão multimilionário ("ao estilo de Bill Gates", brincou Hoyt Yeatman) quer conquistar o mundo. A ideia para a história surgiu por causa de um comentário do filho de Yeatman, que, com 5 anos, disse ao pai que adoraria ver ratos formando uma força especial de combate.

As vozes dos protagonistas são de Sam Rockwell (Darwin, o líder do grupo), Tracy Morgan (Blaster, um especialista em armas), Penélope Cruz (Juárez, uma profissional sexy das artes marciais) e Nicolas Cage (Speckles, o especialista informático). O filme traz ainda a participaçao de Bill Nighy, que será um industrialista e Will Arnett, um agente do FBI. Zach Galifianakis, Kelli Garner, Gabriel Casseus e Jack Conley, fazem também parte do elenco que fará parte das cenas live actions.

Embora a ideia original fosse rodar o filme em duas dimensões, Bruckheimer sugeriu lançar a animação em 3D. "Em menos de três anos todo o mundo terá 3D em casa, podem apostar nisso", comentou Rob Engle, supervisor dos efeitos digitais do filme. G-Force está previsto para estrear nos cinemas nacionais no dia 14 de agosto.


(shirley paradizo)

Estante: The Sky Crawlers - Eternamente

O anime do diretor Mamoru Oshii (de Ghost in The Shell) é uma adaptação da light novel de mesmo nome e nos leva a um mundo alternativo onde as guerras verdadeiras já não existem. Para supri-las, a humanidade criou os chamados “Kildren”, crianças que não envelhecem e que são usadas para protagonizar cruéis batalhas aéreas transmitidas pela televisão. Focando na vida de dois deles, The Sky Crawlers - Eternamente (R$ 39,90, Sony) alcança um relato fascinante com grandiosas cenas de combate aéreo.

O treinamento de vôo intensivo é a única memória da infância do destemido piloto adolescente Yuichi, em cuja vida as batalhas aéreas convivem com a luta para descobrir mais sobre seu passado esquecido. Quando Suito, sua linda comandante, reluta em discutir o destino do piloto que Yuichi está substituindo - ou as condições estranhamente perfeitas do avião que era de tal piloto - a curiosidade de Yuichi aumenta ainda mais.

Visualmente inspirador, romântico e provocativo, com cenas de combate aéreos realistas e empolgantes, The Sky Crawlers é a história premiada de uma excitante, mas interminável guerra com heróis jovens demais para entender a realidade das suas batalhas.

O filme, realizado pelo estúdio Production I.G (de Blood+, xxxHOLiC) e exibido pela primeira vez na última edição do Festival de Cinema de Veneza, chega ao DVD com opções de áudio e legendas em japonês, espanhol e português; e ainda terá um documentário que mostra os detalhes da produção como conteúdo extra.


* fonte site animax

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Literatura: O Cachorro do Coelho

“O coelho Marcelo tem um cachorro amarelo. O cachorro, que se chama Zorro, tem um elefante imenso chamado Lourenço”. É assim, com uma sucessão de animais e um texto quase “cantado”, que se desenrola o livro O Cachorro do Coelho, ilustrado e escrito pela francesa Dorothée de Monfreid. Aqui no Brasil, a obra é lançada pela Martins Fontes com tradução de Mônica Stahel (R$ 19,80).

Nascida em uma família de artistas, Dorothée diz que desenha desde que aprendeu a segurar um lápis. Profissionalmente, a literatura passou a fazer parte de sua vida há 10 anos. “Meu avô (Henry de Monfreid) foi escritor, minha avó é pintora, meu pai arquiteto... Eu sempre vivi imersa em um ambiente de muita observação das coisas, onde se desenhava e se lia bastante”, diz.

Em comemoração ao Ano da França no Brasil, Dorothée esteve no país, semana passada, para lançar o livro durante o 11º Salão da FNLIJ. Nesta entrevista, ela fala um pouco mais sobre o seu processo de criação e por que os animais estão sempre tão presentes em suas histórias.

Como surgiu a ideia para O Cachorro do Coelho?
Eu me inspirei em um conto russo chamado A Casa da Mosca. Nessa história, há uma sucessão de animais que preenche uma casa até que um urso, grande demais para entrar, chega esmagando tudo. Eu parti desse princípio de acumulação e reiventei a história.

Geralmente, você pensa primeiro na história ou na ilustração?
Depende. Um pouco dos dois a cada vez. Frequentemente eu começo imaginando um personagem e um tema. Então, eu desenho alguns croquis que definem o visual. Em seguida, escrevo a história e faço as ilustrações a partir dos croquis iniciais.

Por que você escolheu a literatura infantil? O que mais gosta em escrever para as crianças?
A literatura infantil é um dos raros segmentos em que podemos escrever e desenhar livremente. Não há a mesma pressão pela qual passam os escritores de literatura “adulta”. E, principalmente, por que temos o direito de ser engraçados!

Em seus livros, há um personagem ou tema que prefere?
Eu adoro desenhar animais. O personagem que eu mais desenhei até agora é o elefante Coco. Outra coisa que eu gosto é contar histórias que abordam as relações humanas, seja entre os amigos ou a família.

E por que essa escolha pelos animais? Você acredita que eles têm uma forte ligação com as crianças?
Muitas vezes, as crianças acabam se parecendo com os pequenos animais; elas têm a mesma espontaneidade e instinto deles. Do ponto de vista do desenho, os animais são menos intimidantes do que os humanos. Eles são mais facilmente transformados e interpretados.

Você tem duas filhas: uma de 4 anos e meio e outra de 1 ano e meio...como elas veem seu trabalho?
Elas adoram as histórias. E como meu marido também é autor e ilustrador, elas pensam que todos os pais sabem desenhar e fazer livros!

Elas já a inspiraram a escrever alguma história?
Provavelmente, mas no geral são as pequenas coisas que me inspiram, como uma roupa - o pijama do personagem Fantin em Noite Escura (livro também lançado pela Martins Fontes) é o mesmo de minha filha mais velha -, um ambiente, atitudes, expressões e comportamentos. Eu nunca sei dizer exatamente de onde vêm as idéias, elas são compostas sempre por uma mistura de coisas.

* texto de simone tinti, publicado originalmente no site da revista crescer

Destaques da semana (22.06 a 29.06)

(legenda: a era do gelo)

Dallas (dia 22, segunda a sexta, 13h, TCM, estreia) - canal exibe úlima temporada da série. Ainda que pareça mentira, o maquiavélico JR deixará de fazer maldades! Isso não quer dizer que ele vá se regenerar.

Semana da Inteligência Musical (de 22 a 26, 20h, NatGeo) - canal exibe uma série de documentários que acompanham os pesquisadores em sua busca para elucidar como o cérebro processa a música e como a cultura determina as preferências musicais.

Celebridades do Brasil (dia 23, terça, 20h15, Canal Brasil, estreia) - Dirigido por Nelson Hoineff e Michel Melamed, programa viaja pelo país à procura de celebridades conhecidas somente em suas cidades.

Os Simpsons - O Filme (dia 24, quarta, 14h25, Telecine Pipoca) - na primeira aventura nas telonas da família de pele amarele, Homer provoca um grande desastre ecológico. Seu ato deixa Marge bem chateada, os vizinhos sedentos por vigança e a cidade acaba sendo isolada do resto mundo, sendo trancafiada dentro de uma gigantesca bolha (leia mais aqui).

Aladdin (dia 24, quarta, 20h, Disney Channel) - para se livrar de um casamento arranjado pelo pai, a princesa Jasmine, foge do palácio e se apaixona por um malandro da cidade. Após ser capturado, Aladdin sai em busca de uma lâmpada mágica que possui dentro dela um gênio que lhe concederá três pedidos. O animado dirigido por Ron Clements e John Musker ganhou dois Oscar.

Wonderful Days (dia 24, quarta, 22h, Cinemax) - em um futuro próximo a Terra está ameaçada pela superpopulação e o excesso de poluição. Nesse mundo apocalíptico, resta apenas um lugar seguro para a humanidade, a cidade batizada de Ecoban. Usando a poluição como fonte, ela se isolou do resto do planeta, mas muitas pessoas ficaram de fora. Durante uma perseguição a um intruso, a oficial Jay descobre os segredos que envolvem a Ecoban. Para acabar com a tirania e tornar a Terra um lugar habitável novamente, ela ingressa em uma milícia da MARR, uma cidadela ao redor de Ecoban, onde seus habitantes sao usados como escravos.

Atos que Desafiam a Morte (dia 24, quarta, 22h15, HBO) - O famoso ilusionista Harry Houdini (Guy Pearce) chega a Edimburgo e oferece US$ 10 mil a quem conseguir entrar em contato com sua mãe no além. Mary McGarvie (Catherine Zeta-Jones), uma médium bela e trapaceira, aceita o desafio.

Final Fantasy (dia 25, quinta, 12h45, TNT) - no futuro, a bela doutora Aki Ross (voz de Ming-Na) é uma das sobreviventes do massacre dos ETs e a esperança da humanidade. Guiada pelo seu mentor, o dr. Sid (Donald Sutherland), e com a ajuda de uma equipe de militares liderados pelo capitão Gray Edwards (Alec Baldwin), ela corre contra o tempo para criar uma "cura" contra o contágio antes que seja tarde demais (leia mais aqui).

Zathura - Uma Aventura Espacial (dia 25, quinta, 15h, TNT) - dois garotos sem muito o que fazer descobrem no porão um antigo jogo de tabuleiro de metal. Ao iniciarem a brincadeira, eles são transportados para o espaço, com casa e tudo, vivendo grandes aventuras e perigos (leia mais aqui).

Toy Story 2 (dia 25, quinta, 20h, Disney Channel) - nesta nova aventura, Woody tenta salvar um brinquedo que acaba indo parar em um bazar de usados e termina sendo sequestrado. Buzz e os outros brinquedos do quarto de Andy partem em uma atrapalhada operação de resgate.

Homem Aranha 2 (dia 25, quinta, 22h, A&E, estreia) - já se passaram dois anos desde que Peter Parker se transformou em Homem-Aranha, mas ele continua tentando encontrar o equilíbrio perfeito em sua vida. Em meio a esta busca terá que enfrentar o brilhante cientista Otto Octavius, que se transformou no malévolo Doutor Octopus, depois de ter sofrido um acidente trabalhando em seu último experimento.

Heroes (dia 26, sexta, 21h, Universal) - canal exibe último episódio da terceira temporada da série. Em Uma Linha Invisível, Sylar enfrenta cara a cara os irmãos Petrelli.

Fim do Mundo em Duas Versões (dias 26 e 28, 22h, The History Channel) - esta semana, o canal exibe dois estudos sobre o fim do mundo: Deus Versus Satã: A Batalha Final e Nostradamus: 2012. O primeiro analisa a descrição bíblica de uma batalha que aconteceria em Megido, Israel. O segundo, segue a ideia de que o mundo vai acabar em 21 de dezembro de 2012. Depois de nada ter acontecido no final de 1999, com todas as contas para pagar vivinhas da silva em janeiro, a data é a nova coqueluche de quem gosta de profecias apocalípticas.

Pinóquio 3000 (dia 27, sábado, 12h10, Megapix) - Pinocchio 3000 (dia 09, sábado, 20h, Nickelodeon) - um robô que ganha vida aenergia foge de seu criador e se aventura em uma cidade totalmente tecnológica, controlada por um prefeito obcecado pelo progresso – e onde as crianças tentam encontrar um espaço para se divertir (leia mais aqui).

Caçada à Relíquia Perdida (dia 27, sábado, 20h, A&E, estreia) - em Jerusalém, o jovem arqueólogo Steffen faz uma descoberta espantosa: uma tumba de 2 mil anos contendo um esqueleto e o manual de uma câmera de vídeo que ainda não saiu no mercado. O nome Jesus é encontrado em uma carta, e será o elemento determinante de uma caçada para que Steffen e sua equipe encontrem o espelho sagrado que revelará tudo.

Speed Racer - O Filme (dia 27, sábado, 21h, HBO, estreia) - baseado na série criada nos anos 60 por Tatsuo Yoshida, o filme ostra as aventuras do jovem piloto Speed (Emile Hirsh) e seu potente carro Mach 5 nas pistas de corrida, enfrentando perigos e muitos inimigos (leia mais aqui).

Gente Lesa (dia 27, sábados, 21h, GNT, estreia) - Nova série, com 13 episódios, mostra de forma bem-humorada e crítica como encaramos assuntos ligados à cidadania e à responsabilidade socioambiental. No elenco, Isio Ghermann, Lorena da Silva, Bruna Savaget, Bianca Brunstein, Gabriel Sanches, Angélica Borges e Yago Machado - com participações especiais de Claudia Ohana, Tony Garrido e Luiza Brunet.

A Era do Gelo (dia 27, sábado, 22h, Fox) - um grupo de animais inusitados - um mamute, um bicho-preguiça e um tigre dente-de-sabre - parte em uma jornada de perigos e humor para levar um bebê humano de volta a seus pais (leia mais aqui).

O Incrível Hulk (dia 27, sábado, 22h, Telecine Premium, estreia) - nesta segunda aventura protagonizada pela criatura verde, Bruce (Edward Norton) agora vive longe de Betty Ross (Liv Tyler), a mulher que ama, a fim de encontrar um meio de retirar a radiação gama que está em seu sangue. Ao mesmo tempo, ele precisa fugir da perseguição do general Ross (William Hurt), seu grande inimigo, e da máquina militar que tenta capturá-lo, na intenção de explorar o poder que faz com que Banner se transforme no Hulk.

Corteo (dia 28, domingo, 22h, A&E, estreia) - um desfile festivo fruto da imaginação de um palhaço que descobre sua força e fragilidade, assim como sua sabedoria e bondade, ilustrando deste modo a parcela de humanidade que há no interior de todos nós. A capacidade do acrobata de mergulhar o público em seu mundo teatral de diversão, comédia e espontaneidade ambienta-se em um espaço misterioso entre o Céu e a Terra.

As Origens da Vida (dia 29, segunda, 21h, The History Channel, estreia) - bilhões de anos antes que o homem caminhasse sobre a Terra, inclusive antes mesmo que os dinossauros existissem, havia muita vida em nosso planeta. Organismos unicelulares fizeram de nossos oceanos um caldo de cultura para a vida. Como se iniciou este processo? De onde vem a vida? Seria um processo químico, espiritual ou uma combinação de ambos?

O Signo da Cidade (dia 29, segunda, 22h, Canal Brasil, estreia) - a estreia de Carlos Alberto Riccelli como cineasta leva para as telas o roteiro de Bruna Lombardi, mulher do diretor e atriz principal do filme. Tendo como pano de fundo a grandiosidade da cidade de São Paulo, a produção busca refletir sobre temas bastante contemporâneos da vida nos centros urbanos, como amor, solidão, solidariedade e infelicidade. No elenco, além de Bruna, Juca de Oliveira, Malvino Salvador, Denise Fraga, Eva Wilma, Thiago Pinheiro, Sidney Santiago, Graziella Moretto, Bethito Tavares, Fernando Alves Pinto, dentre outros.

Jóqueis (dia 29, segunda, 22h, Animal Planet, estreia) - a vida desses profissionais é tema de documentário que revela ainda os bastidores das apostas, o tratamento dos cavalos e os dramas dos montadores.

(shirley paradizo)

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Estreia: 3,2,1, Vamos!

A turma da Vila Sésamo ganha novos companheiros. Feito especialmente para as crianças da América Latina, 3,2,1, Vamos! é apresentado pela fadinha Abby Cabaddy. Além de interagir com a audiência, convidando os pequenos telespectadores a participarem de brincadeiras, ela apresentará segmentos de três sucessos inéditos no Brasil: Brinque Comigo Sésamo, As Viagens de Grover e As Grandes Aventuras de Ênio e Beto – esta última é a primeira série feita com bonecos de argila da Sesame Workshop (os criadores de Vila Sésamo e Os Muppets).

Em Brinque Comigo Sésamo, a fada estimula os pequenos a dançar, a cantar e a se movimentar, enquanto reforça lições de alfabetização e matemática. Já Viagens de Grover mostra diferentes países e o que as crianças de cada lugar têm em comum. Em Grandes Aventuras de Ênio e Beto, os personagens abordam o valor de uma grande amizade - juntos, eles exploram o mundo e resolvem os problemas com muito bom humor.

Exibição: dia 22, segunda a sexta, 7h30, Discovery Kids

Indicação: a partir dos 3 anos

(shirley paradizo)

Tarzan animado faz 10 anos

"Uma lenda imortal – como você somente imaginou." Esta foi a frase usada nos cartazes, trailers e outros materiais que divulgaram o lançamento do longa animado Tarzan, em 1999. Pode parecer pretensioso, afinal o homem das selvas criado por Edgar Rice Burroughs já tinha ganhado vida de muitas formas, fosse no cinema, nos livros ou nas histórias em quadrinhos. Como o longa-metragem que a Disney estava prestes a lançar poderia representar melhor esta magnífica criação, tão conhecida pelo público?

Mas a Disney sabia que estava lidando com um personagem muito rico e que ainda havia muita coisa nele que as produções anteriores não tinham conseguido mostrar muito bem. E isso inclui a movimentação e as estripulias que Tarzan fazia em suas aventuras. “Nós mataríamos qualquer ator que tentasse fazer as coisas que o nosso Tarzan animado fazia”, afirma Glen Keane, supervisor de animação do protagonista. “É um personagem que só poderia ser realizado, da forma concebida por Burroughs, em animação.” Keane não estava brincando. Logo que o personagem começou a fazer mais sucesso, por volta de 1914, Hollywood quis levá-lo para as telonas, mas deu de cara com esse problema: realmente seria impossível mostrar um Tarzan que fizesse tudo o que era descrito no livro de Burroughs, sem matar alguém… ou sem levar um estúdio inteiro à falência!

A versão disneyana do rei das selvas de fato conseguiu apresentar ao público muitos detalhes poucos explorados no personagem - e este, entre outros motivos, faz com que Tarzan mereça uma atenção especial dos fãs de animação. Ontem, dia 18 de junho de 2009, fez 10 anos que a Disney lançou o animado. Ainda que muitas vezes não receba o seu devido valor, é um dos longa-metragens animados mais bem produzidos já lançados pelo estúdio, e fechou a década de noventa de maneira admirável. Vale a pena lembrar um pouco dos méritos desse excelente filme.

No início do século 20, faziam sucesso nos Estados Unidos as revistas pulp (quem já viu o filme Pulp Fiction sabe o que é isso). Essas revistas eram impressas em material barato e traziam histórias de todos o tipo: aventura, romance, faroeste, romance, ficção científica etc. E foi em uma dessas publicações (a All-Story) que, em 1912, um jovem escritor chamado Edgar Rice Burroughs lançou Tarzan of the Apes, história que fez grande sucesso entre o público da revista. Logo, o autor decidiu dar uma continuação a ela, e escreveu The Return of Tarzan, que também se saiu muito bem nas vendas.

Mas Burroughs sabia que seu personagem poderia lhe dar um retorno muito maior se saísse do universo das revistas pulp e fosse publicado como livro. E, quando isso aconteceu, em 1914, Tarzan realmente começou a ter uma fama cada vez maior. Não demorou muito para que quisessem lançar um filme do homem-macaco nos cinemas – e assim, em janeiro de 1918, estreou Tarzan of the Apes, um dos primeiros filmes da história a ter uma bilheteria de mais de um milhão de dólares.

A partir daí, Tarzan alçou voos cada vez mais altos, tornando-se protagonista de programas de rádio, televisão, histórias em quadrinhos, e mais de 40 filmes. Mas ninguém jamais havia feito um desenho animado com o personagem. Ao que parece, Edgar Rice Burroughs até pensou em um projeto desse tipo, pois em 1936 o escritor enviou uma carta ao seu filho Jack, na qual dizia que andava pensando em fazer uma versão animada do seu personagem, e enfatizava que a animação deveria “se aproximar da excelência da Disney”. O projeto acabou não vingando. Várias décadas depois, Tarzan finalmente chegou ao universo dos desenhos… e pelas mãos da própria Disney!

Em 1995, o estúdio do Mickey decidiu fazer sua própria versão para o clássico de Burroughs. Para entender melhor o universo de Tarzan e poder passar para o público tudo o que ele tinha para oferecer, a equipe da Disney viajou para a África. Os animadores contam que isso ajudou muito, em especial em duas coisas: a primeira foi compreender melhor os animais que viviam com Tarzan. Eles esperavam encontrar gorilas monstruosos, que atacassem qualquer um que cruzasse seu caminho, mas perceberam que estavam totalmente enganados. A segunda foi a possibilidade de representar melhor as paisagens africanas. Os artistas observaram, fotografaram e filmaram tudo o que podiam. Certamente isso ajudou muito nos belíssimos cenários e paisagens que vemos no decorrer de Tarzan.

A produção foi árdua. E em 18 de junho de 1999, o desenho foi lançado nos cinemas americanos. Alcançando 87% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a versão disneyana do homem-macaco conquistou a grande maioria dos críticos: “Há algo lá no fundo da lenda de Tarzan que fala conosco e o animado da Disney capta isso”, escreveu o crítico de cinema Roger Ebert. Tarzan foi ainda o maior sucesso comercial da Disney desde O Rei Leão, arrecadando cerca de US$ 500 milhões ao redor do planeta.

Tarzan é considerado, por muitos fãs, o último grande clássico Disney. Não por ser feito em animação tradicional, afinal, depois dele o estúdio ainda lançou outros títulos em 2D como Atlantis: O Reino Perdido e Lilo & Stitch. Também não se trata exatamente da qualidade, pois a Disney ainda produziu mais alguns filmes que são indiscutivelmente bons – como A Nova Onda do Imperador. Mas Tarzan foi o filme que encerrou uma era. Foi o último suspiro de um tempo em que, todos anos, podíamos ver no cinema animações majestosas que, com suas canções e momentos inesquecíveis, levavam o público para longe da realidade.

Apesar de presentear o público com ótimas cenas de ação, Tarzan se concentra bem mais em algo não tinha muito espaço nas versões anteriores da história: os dilemas do protagonista e a sua relação com os gorilas. “Acho que, realisticamente falando, nunca tínhamos visto um retrato fiel da relação de Tarzan com sua família de macacos e com os animais”, diz Bonnie Arnold, produtora do filme. Claro que esse é um item um tanto obrigatório, tratando-se de uma produção da Disney: um estúdio que ganhou fama por contar grandes histórias que se baseavam em valores como amor e amizade não poderia deixar esse filme se resumir aos combates de Tarzan com todo tipo de criatura existente.

Tarzan é um filme que podemos chamar de maduro. E é, com certeza, bastante superior a boa parte dos filmes live-action que o cinema lançou ao longo do século 20. Não que esses filmes fossem ruins, longe disso; mas não dá para negar que a versão da Disney soube tratar a criação de Edgar Rice Burroughs de uma maneira diferente. Se você assistir a Tarzan - O Magnífico (1960), por exemplo, terá um entretenimento de ótima qualidade. Porém, o Tarzan interpretado por Gordon Scott é basicamente um protótipo de galã de novela mexicana que usa tanga e está sempre pronto pra ajudar a todos com suas atitudes heróicas. O Tarzan que vemos no filme da Disney não é assim.

A equipe do desenho se mostrou bastante hábil em relação ao respeito ao desenvolvimento dos personagens: por todo o tempo, são figuras críveis e divertidas, que envolvem o público na história. A começar pelo protagonista – apesar de sua infância ser mostrada apenas nos primeiros instantes do filme, Tarzan permanece sendo sempre uma grande criança. Isso faz com que o público infantil se identifique com ele; e os espectadores mais velhos podem se envolver mais na sua história. O homem-macaco ainda passa por uma série de conflitos emocionais. Acrescente-se a isso a determinação, a força, a esperteza e o heroísmo que ele exibe, e podemos ver que Tarzan é praticamente um Batman das selvas.

Os outros personagens do filme também foram muito bem construídos. Kala e Kerchak, que em outros filmes e histórias costumavam ficar em segundo plano, na versão da Disney têm personalidades fortes e marcantes, e são figuras fundamentais na narrativa. Jane, o par romântico de Tarzan, é uma personagem divertida e agradável, assim como seu pai, o Prof. Porter. A função de alívio cômico ficou por conta de Tantor e Terk, que cumprem bem o seu papel – mas convenhamos que eles não são lá grande coisa se comparados com outros coadjuvantes como o Mushu de Mulan e Timão e Pumba de O Rei Leão, que eram bem mais carismáticos.

E é claro que nesse “elenco” ainda temos o sensacional Clayton, um vilão que só não é mais sinistro por causa do seu afetado sotaque britânico. Mas o caçador interpretado por Brian Blessed (e que ganhou a voz de Dário de Castro na versão brasileira) se destaca por ser um perfeito contraponto ao protagonista: Tarzan é basicamente um “selvagem”, ainda cheio de inocência e curiosidade e, nos momentos de perigo, tem como arma apenas sua inteligência e agilidade. Clayton, por sua vez, é um homem mais “civilizado”. Tem um aspecto imponente e ameaçador, é capaz de fazer qualquer coisa para alcançar seus objetivos, e aparenta ser um homem experiente, como denunciam a sua maneira de se comportar e os seus “cabelos de super-herói” (repare que, assim como o Reed Richards do Quarteto Fantástico, Clayton tem cabelos que são brancos apenas da metade para baixo!).

Porém, o filme se preocupa em não mostrar Clayton como alguém que é mau simplesmente pelo prazer de ser assim; apesar de imoral, a motivação ambiciosa do personagem é palpável e, tempos trás, quando o politicamente correto ainda não tinha tomado conta do planeta, seria até bastante compreensível.

Já a trilha sonora é um capítulo à parte. Phil Collins soube traduzir com maestria as emoções do filme em ótimas canções que se tornaram verdadeiros clássicos. Entre elas, vale destacar a ótima Two Worlds, que define muito do que está presente em Tarzan; e é claro, You’ll Be in My Heart, cuja profundidade e beleza lhe renderam um Oscar e um Globo de Ouro, ambos na categoria Melhor Canção Original.

Assim como Aladdin, Hércules e vários outros filmes animados da Disney, Tarzan acabou se tornando uma série de TV. Disney: A Lenda de Tarzan, lançado no Disney Channel em 2001, teve 36 episódios e mostrava Tarzan, Jane, prof. Porter e todos os animais do filme vivendo diversas aventuras na selva africana. A série se destacava por apresentar diversos personagens e situações extraídas dos antigos livros e histórias de Edgar Rice Burroughs. Em 2002, foi lançado o DVD Tarzan & Jane, que usava uma trama singela como pretexto para uma compilação de alguns episódios da série de TV.

Mas Tarzan & Jane não era realmente uma continuação do filme de 1999. Para preencher essa “lacuna”, em 2005 a Disney lançou em DVD o filme Tarzan 2, que mostrava o homem-macaco ainda em sua infância, imerso em questionamentos sobre sua vida e identidade. Apesar de não ter nem metade da qualidade do filme original, Tarzan 2 não é de se jogar fora: o filme tem uma animação muito boa para os padrões dos filmes direct-to-video da Disney, trouxe de volta alguns atores da produção original e apresenta duas canções inéditas de Phil Collins, além de uma nova versão de Son of Man.

Mais recentemente, em 2006, Tarzan foi parar nos palcos da Broadway. Exibido em diversos países, o musical baseado no longa-metragem da Disney contou com as canções originais do filme e mais material inédito composto por Phil Collins, especialmente para o projeto.
Estes “derivados” que surgem de tempos em tempos mostram que o personagem tem uma característica que está presente nos melhores filmes da Disney: a capacidade de se manter divertido e cativante, não importa a época ou situação.

O carisma dos seus personagens e a beleza de sua história dão a Tarzan um lugar garantido entre os filmes mais importantes do universo da animação. Mais do que isso: o filme apresentou uma das figuras mais importantes da história da indústria do entretenimento a toda uma nova geração. “Com o Tarzan da Disney, o lendário personagem de Burroughs entrou no século 21, tão popular e atraente quanto na época em que surgiu, em 1912”, afirma o site oficial Edgar Rice Burroughs. Tarzan é realmente um filme maravilhoso. E continuará sendo, por muitas e muitas décadas.

(A.J. Oliveira*)

* texto publicado originalmente do animatoons

Da minha coleção...




O espetacular curta To the Moon (2008) foi criado por Jacob Ospa, da School of Visual Arts. Sem diálogos e com uma sonoplastia impecável, o filmete acompanha a jornada de um homenzinho que decide ir à Lua a bordo de um balão. Mas a Lua não fica lá muito satisfeita com a chegada do "intruso"... Vale salientar que Jacob Ospa tinha 20 anos quando realizou esta animação (2008).

(shirley paradizo)

Up ganha pôster nacional

E a divulgação de Up: Altas Aventuras em terras tupiniquins continuam a todo vapor. Recentemente, foi disponibilizado o primeiro pôster nacional do longa animado, que traz não apenas os protagonistas, mas também a casa voadora e aluguns bichinhos que vão acompanhar os personagens nesta décima aventura da história da Pixar.

A trama acompanha Carl Fredricksen, um vendedor de balões de 78 anos que, finalmente, realiza o grande sonho de sua vida ao partir para uma grande aventura. Para isso, ele prende centenas de balões na sua casa e voa para as florestas da América do Sul. Mas ele descobre - tarde demais - que seu pior pesadelo embarcou com ele na viagem: Russel, um escoteiro de 8 anos e explorador da natureza.

Com a direção de Pete Docter (de Monstros S.A.) e Bob Peterson (desenhista dos dois Toy Story e co-roteirista de Procurando Nemo), o animado será apresentado em Disney Digital 3D em salas que comportem a tecnologia e está previsto para estrear em 4 de setembro nos cinemas brasileiros. Nos Estados Unidos, Up: Altas Aventuras está arrasando nas bilheterias.

(shirley paradizo)

Natal assombrado

A Disney Brasil oficializou o título nacional de A Christmas Carol. Por aqui, o novo longa-metragem de Robert Zemeckis recebeu o nome de Os Fantasmas de Scrooge, para fugir dos já exastivos Um Conto de Natal ou Um Cântico de Natal. A nova versão do clássico foi realizado na tecnologia de captura de movimentos - a mesma que o diretor usou em O Expresso Polar e A Lenda de Beowulf - e é baseado em clássico conto de Charles Dickens.

Na história, o rabugento Ebenezer Scrooge (Jim Carrey) começa as férias de Natal como de costume: mesquinho e de mau-humor, berrando com seu fiel assistente (Gary Oldman) e com seu alegre sobrinho (Colin Firth). Mas, quando os fantasmas dos Natais Passado, Presente e Futuro, o levam em uma surpreendente jornada que revela as verdades que o velho Scrooge reluta em enfrentar, ele deve abrir seu coração para desfazer anos de maldades antes que seja tarde demais.

Além de interpretar o protagonista, Carrey vai encarnar outros papéis coadjuvantes como os fantasmas do Natal Presente, Passado e Futuro. Já Gary Oldman (de Batman: O Cavaleiro das Trevas) vive três personagens, sendo visto como Jacob Marley (falecido sócio do avarento Ebenezer Scrooge), Bob Cratchit (o secretário do protagonista) e Tim (um garoto com problema nas pernas e um dos quatro filhos de Cratchit).

Os Fantasmas de Scrooge está agendado para chegar nos cinemas de todo o Brasil no dia 06 de novembro de 2009, com cópias em Disney Digital 3D.

(shirley paradizo)

quinta-feira, 18 de junho de 2009

As 10 adaptações mais malucas para o cinema

O site da revista especializada Variety divulgou recentemente que a popular série de livros infanto-juvenis Onde está Wally? vai ganhar uma versão cinematográfica (leia mais aqui). O anúncio é indício da crise de criatividade que ronda Hollywood, que faz com que os estúdios peguem carona em adaptações de quadrinhos, videogames de sucesso e remakes para garantir o retorno nas bilheterias.

Algumas vezes, porém, a falta de ideias parece ir longe demais, como no caso de uma possível versão cinematográfica para o serviço de microblogging Twitter. Para lembrar desses casos, aqui vai uma lista com as dez adaptações mais malucas para o cinema.

Twitter - o serviço de microblog inspirou o filme 140. Segundo o diretor irlandês Frank Kelly, o longa será formado por 140 diferentes segmentos de 140 segundos cada, filmados ao mesmo tempo por diretores ao redor de todo o mundo, sincronizados pelo Twitter. As filmagens vão começar no dia 21 de junho, segundo o site IMDb.

Monopoly - o jogo de tabuleiro, similar ao Banco Imobiliário do Brasil, vai para a tela grande pelas mãos do diretor Ridley Scott (de Blade Runner e Thelma e Louise), com roteiro assinado por Pamela Pettler (de A Noiva-Cadáver), segundo o site The Hollywood Reporter.

Onde Está Wally? - o filme baseado na série de livros infanto-juvenis será produzido pela Universal e pela Illumination Entertainment. Wally, com sua camisa listrada, óculos redondos e gorro, vai virar um “filme para a família” com atores de carne-e-osso.

Batalha Naval - a fabricante de brinquedos Hasbro está produzindo um filme sobre o popular jogo em parceria com a Universal. Em maio deste ano, o site The Hollywood Reporter revelou que o ator e diretor Peter Berg (de Hancock) é um dos cotados para dirigir a adaptação, que terá roteiro dos irmãos Jon e Eric Hoeber.

Ouija Board - no início de 2009, o site Sci-Fi Wire anunciou que o produtor Brad Fuller estaria à procura de um roteirista para criar uma adaptação do jogo de tabuleiro esotérico Ouija Board – parecido com a nossa “brincadeira do copo”. Antes disso, o filme Espírito Assassino, de 1986, já usou o jogo como tema.

Facebook - o roteirista Aaron Sorkin (de Jogos de Poder) anunciou que estava trabalhando no filme em sua página oficial no site de relacionamentos. O longa-metragem, que está sendo produzido pelo Facebook em parceria com a Sony, vai mostrar a história da criação e do desenvolvimento do site de relacionamentos sociais.

Second Life - a mistura de rede social e ambiente 3D rendeu um documentário feito inteiramente dentro do “mundo” de Second Life. My Second Life: The Video Diaries of Molotov Alva foi comprado pela HBO e mostra Alva, o alter-ego on-line do diretor Douglas Gayeton em uma busca pelo criador de Second Life – com imagens captadas dentro do próprio game.

Super Mario Bros. - o filme de 1993 foi uma das primeiras adaptações de videogames para as telas com atores de carne-e-osso. Apesar do elenco semi-estelar, que incluía Dennis Hopper como o vilão King Koppa e John Leguizamo como Luigi, o longa não foi bem nas bilheterias – muito menos com a crítica. Em 2007, o ator Bob Hopskins, que interpretava Mario, disse que o filme foi “a pior coisa que já fiz”.

Chiclete Bazooka Joe - o site Slash Film anunciou em maio deste ano que a produtora Tornante Co. vai lançar uma adaptação da tirinha Bazooka Joe, que era impressa na embalagem do chiclete Bazooka na década de 50. Escrita pelo novato Mark Hammer, a adaptação foi parar na seção “pior ideia de todos os tempos” do site.

Detetive - de acordo com o Hollywood Reporter, o jogo será levado para as telonas por Gore Verbinsky, responsável por Piratas do Caribe. Se tudo correr como o esperado, esta será a segunda vez que Detetive ganha as salas de cinema. Em 1985, o jogo teve uma versão cinematográfica estrelado por Christopher Lloyd e Madeline Kahn.

(shirley paradizo*)

*com fonte do portal g1

Adaptação cancelada!

Infelizmente, nem tudo no mundo das animações e do cinema são cercados de boas notícias. Por esses dias, o Bloody-Disgusting publicou uma nota afirmando que a adaptação para os cinemas em live action do mangá e anime Akira foi por água abaixo. O site revelou ter confirmado com duas fontes que a produção foi interrompida e o diretor, Ruairi Robinson, retirou-se do projeto. Fica adiada, portanto, a estreia em longas-metragens do diretor irlandês de 29 anos, indicado ao Oscar de curta-metragem por The Silent City. O filme estava na mão da companhia de Leonardo DiCaprio, a Appian Way, junto à Warner Brothers.

A trama de Akira se passa 30 anos depois da 3ª Guerra Mundial, em Neo Tóquio, uma cidade destruída por uma suposta bomba nuclear. Nesse cenário caótico vivem Kaneda e Tetsuo, que fazem parte de uma gangue de motoqueiros. Durante uma disputa entre duas gangues, Tetsuo atropela uma criança misteriosa, fugitiva de um programa governamental de investigação psíquica. Os dois são levados pelos membros desse programa, que realiza as mais diversas experiências em Tetsuo, despertando nele poderes até então latentes.

Akira é um dos mangás japoneses mais populares de todos os tempos. Criado por Katsuhiro Otomo, é considerado um clássico do estilo cyberpunk. Foi publicado pela primeira vez em 1982 e chegou ao fim em 1990, com seis volumes e mais de duas mil páginas. Em 1987, a obra deu origem a um longa-metragem de animação homônimo, com roteiro e arte de Otomo. O anime está disponível em DVD.

(shirley paradizo)

Estreia antecipada!

Se você está louco para assistir a segunda aventura que acompanha uma trupe de robôs alienígenas em sua luta para manter a paz a Terra, pode comemorar! Transformers: A Vingança dos Derrotados teve seu lançamento antecipado para o dia 23, terça. E não é naquele esquema de exibições à meia-noite. O filme de Michael Bay terá sessões normais no país durante todo o dia 23. Nesta continuação, Sam (Shia LaBeouf) e Mikaela (Megan Fox) voltam a ficar na mira dos Decepticons.

Agora os malvados robôs precisam do rapaz vivo e sem nenhum arranhão, já que ele detém conhecimentos valiosos sobre as origens dos Transformers e como aconteceu a história dos robôs na Terra. Enquanto isso, os militares americanos e uma força internacional juntam-se aos bons Autobots para enfrentar os vilões.

Os malvados Constructicons irão ajudar os Decepticons. Eles são Scrapper, Bonecrusher, Scavenger, Mixmaster, Hook e Long Haul. Juntos, eles formam o Devastator. Os vilões Constructicons irão ajudar os Decepticons. Eles são Scrapper, Bonecrusher, Scavenger, Mixmaster, Hook e Long Haul. Juntos, eles formam o Devastator.

Com capacidade para vários disfarces, como por exemplo, se transformarem em um navio, jato ou em um helicóptero, eles são conhecidos como os Autobots (Operários), que liderados por Optimus Prime, lutam há eras contra os malignos Decepticons (militares), liderados por Megatron.

Enquanto você espera ansiosamente o Transformers: A Vingança dos Derrotados aterrissar nas salas de cinema, divirta-se com o site de realidade aumentada que a Paramount colocou no ar para promover o filme aqui.

(shirley paradizo)

Evento: Anote na agenda

No dia 20, sábado, a livraria Martins Fontes promove o lançamento de Era Uma Vez para Sempre... Organizado pelo escritor e arte-educador Marcelo Maluf, o livro traz 20 contos infanto-juvenis de autores veteranos como a minha grande amiga Silvana Tavano, Tatiana Belinky, Heloísa Prieto, Jorge Miguel Marinho e Leo Cunha, com ilustrações de Fábio Tremonte. Com histórias que vão do realismo poético ao imaginário fantástico, a obra apresenta um panorama diversificado da literatura produzida para jovens leitores no Brasil. Vale conferir!

Local: Livraria Martins Fontes - Av. Paulista, 509, São Paulo, SP (próximo à Estação Brigadeiro do Metrô)

Dia: 20 de junho, sábado

Horário: das 15h30 às 18h30

Mais informações: Editora Terracota

(shirley paradizo)