quarta-feira, 22 de setembro de 2010

A menina das tranças em trailer dublado

A Walt Disney divulgou o trailer dublado de Enrolados (Tangled), filme em 3D inspirado no clássico Rapunzel, dos irmãos Grimm. Na história do filme dirigido por Nathan Greno e Byron Howard (de Bolt: Supercão), Flynn Rider, o mais procurado e encantador bandido do reino, encontra Rapunzel ao se esconder em uma misteriosa torre. A moça, uma bela e vivaz adolescente com um cabelão de 21 metros de comprimento, está presa no local há 18 anos. A partir daí, ela começa a armar um plano para sua libertade e decide fazer um trato com o ladrão. E assim começa a aventura desta dupla, repleta de ação e uma gangue da pesada.

O 50º longa-metragem de animação da Walt Disney Animation Studios está previsto para estrear nas salas americanas em novembro deste ano. No Brasil, a animação chega aos cinemas apenas no dia 07 de janeiro de 2011. Confira o trailer abaixo.

Vingadores em nova animação

Chega ao canal Disney XD, em 31 de outubro, a série Os Vingadores: Os Super-Heróis mais Poderosos da Terra. Nesse dia, às 18h e 23h30, o canal irá exibir um especial com os primeiros episódios da animação. A estreia oficial está prevista para 8 de novembro, quando o desenho animado será exibido regularmente de segunda a sexta-feira, sempre às 19h30. Este é o primeiro projeto em animação realizado pelos estúdios Disney para a Marvel Comics, após o estúdio do Mickey Mouse comprar a empresa no final do ano passado. O desenho animado inicialmente terá 52 capítulos. Confira o trailer abaixo.

Estreia adiada nos cinemas

A PlayArte anuncio que vai adiar a estreia nos cinemas nacionais de O Mundo Encantado de Gigi (Yona Yona Penguin). Inicialmente programado para ser lançado em dia 8 de outubro, o anime em 3D ficou só para 12 de novembro. Com direção assinada por Rintaro (de Metropolis e Galaxy Express 999), o desenho foi exibido nas salas japoneses em dezembro do ano passado. O roteiro da animação foi escrito por Tomoko Konparu (de Urusei Yatsura e Dr. Slump) e mostra a história de três crianças que viajam para um mundo mágico e repleto de fantasia. Este é o primeiro longa-metragem em computação gráfica produzido pelo Madhouse Studios (resposnável por séries como Death Note, Supernatural e Sakura Wars).

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

DreamWorks prepara novo animado

A DreamWorks Animation já está preparando sua nova animação. Recentemente, o estúdio contratou o comediante Seth Rogen (de Monstros vs. Alienígenas, O Segurança Fora de Controle e Tá Rindo do Quê?) para ser a voz do personagem principal de Boo U, que vai contar a história de um fantasminha que não consegue assustar os humanos e, por isso, é obrigado a voltar para a escola de sustos - qualquer semelhança com Gasparzinho é mera coincidência (ou não!!!).

O roteiro está sendo escrito por Jon Vitti, que também assina as séries animadas Os Simpsons e O Rei do Pedaço. A direção vai ficar por conta de Tony Leondis, diretor de Lilo & Stitch 2. Boo U, realizado em computação gráfica e lançamento em 3-D, tem previsão de estrear nos cinemas americanos em 2012 (bem, isso se o mundo não acabar!).

Cinema: Nanny McPhee e as Lições Mágicas

Emma Thompson está encarna mais uma vez a asssutadora babá, com um dente à mostra, verrugas no rosto, nariz torto e todos os sinais que a identificariam com uma bruxa malvada. Mas que, no fundo, é uma espécie de fada que aparece misteriosamente para ajudar pais com dificuldade de controlar filhos indisciplinados. Em Nanny McPhee e as Lições Mágicas (que estreia hoje nos cinemas nacionais) ela tem como desafio será estabelecer a paz entre cinco primos de classe social diferente, na Inglaterra durante a Segunda Guerra Mundial.

Isabel Green (Maggie Gyllenhaal) enfrenta dificuldades para cuidar de sua fazenda e dos três filhos, que não param de brigar. Seu marido foi convocado para lutar na guerra e ela se vê obrigada a trabalhar em um armazém para manter a família. Mesmo atolada em dívidas, resiste à idéia de vender a propriedade, porque ainda tem esperanças de que o marido irá retornar e ajudar a superar todos os problemas. Porém, seu cunhado (Rhys Ifans) tenta convencê-la a mudar de idéia, pois, com a venda da fazenda, ele poderá pagar suas dívidas de jogo.


Como não bastasse, ela também precisa impedir que um casal de sobrinhos, que chegou para passar uma temporada no campo, se atraque com seus três filhos. Para pôr ordem na casa, entra em cena a babá McPhee, que se oferece para cuidar das crianças e dar um jeito na situação. Com muito bom humor e - mais vez - uma excelente intepretação de Emma, o filme traz para as crianças mensagens de bondade, cooperação, respeito, esperança e generosidade. E sem ser piegas! Emma, além de atuar, produziu e roterizou o longa-metragem.

Da minha coleção...



Incomodo que já deve ter acontecido com muitos de vocês, Fly traz um inseto que parece existir com a única missão de atormentar um homem que tenta assistir a seu programa de televisão. O coitado faz de tudo para espantar o intruso inoportuno, criando situações bem divertidas. O filmete é dirigido por Alan Short e faz parte do acervo da
Aardman Animations.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Cinema: O Último Mestre do Ar (ainda dá tempo para conferir)

O filme era para se chamar Avatar, mas James Cameron e a Fox chegaram primeiro e registraram o nome. O que não tem nada a ver com plágio. Este O Último Mestre do Ar, de M.Night Shyamalan, é a adaptação cinematográfica do desenho animado de televisão Avatar: The Last Airbender (exibido no Brasil apenas como Avatar), que teve quatro temporadas produzidas entre 2005 e 2008. Não há semelhança entre os filmes de Cameron e Shyamalan.

Em O Último Mestre do Ar, o mundo está em guerra, dividido entre quatro nações: Terra, Fogo, Água e Ar. Na Tribo das Águas, os jovens irmãos Sokka (Jackson Rathbone, o Jasper da trilogia Crepúsculo) e Katara (Nicola Peltz) fazem o que podem para arrumar comida em um cenário desolado, onde o pai está fora, em batalha, e a mãe já morreu. Ao caminharem por uma fina camada de gelo, eles encontram uma grande esfera congelada, da qual retiram, inconscientes, um garoto chamado Aang (o expressivo Noah Ringer) e um gigantesco animal voador. Logo ficamos sabendo que Aang é um “Avatar”, ou seja, uma pessoa com a raríssima habilidade de controlar os quatro elementos da natureza, figura fundamental para unir as Nações em guerra e conseguir a paz. Sabendo disso, os beligerantes governantes da Nação do Fogo, justamente a que deu início à grande guerra, tentarão eliminar Aang de todas as maneiras.

Tem início, assim, um filme de proporções épicas (e orçamento idem, estimado em 150 milhões de dólares), com belas locações na Groenlândia e no Vietnã e - claro - caprichado na dose de efeitos especiais. Para o público infantil, a promessa de muita aventura e um show visual. Para o público adulto, a assinatura de M. Night Shyamalan, o excelente diretor de O Sexto Sentido, Corpo Fechado, A Vila e A Dama na Água, entre outros grandes filmes.

Os mais jovens certamente terão suas expectativas satisfeitas. O filme é visualmente atrativo, tem bom ritmo e entrega o que promete. Já o cinéfilo que busca o estilo sempre surpreendente de Shyamalan certamente sairá decepcionado: O Último Mestre do Ar não traz, nem de longe, o talento narrativo, a criatividade e as sutilezas de direção e roteiro que sempre caracterizaram o cineasta indiano.

Ao contrário: o filme é dirigido com uma certa mão pesada, em que o medo de errar parece maior que a vontade de acertar. Percebe-se no roteiro aquele eterno cuidado de deixar tudo explicadinho verbalmente, várias vezes se for preciso, provavelmente temendo que o público não entenda algo da trama, subestimando, dessa forma, a percepção da plateia, e valorizando o texto em detrimento da imagem, um dos grandes pecados de muitas produções de alto orçamento. Exemplo: logo nos primeiros momentos do filme, o personagem da avó de Sokka e Katara explica detalhada e verbalmente aos seus netos a questão da existência e da importância dos Avatares. Coisa que um longo texto colocado bem na abertura já havia feito. Da mesma forma, a música - repleta de percussões - é novamente insistente e onipresente, o que, neste caso, nem chega a ser tão incômodo como em outros filmes do gênero.

O Último Mestre do Ar é repleto de referências à cultura oriental. O conceito das reencarnações sucessivas do personagem principal, por exemplo, é uma clara alusão ao Budismo. Os Deuses, representados por peixes, recebem os nomes de Ying e Yang. Além do fato de as lutas e as batalhas serem regidas muito mais pelo ideal de Equilíbrio que propriamente pela simplista ideologia do Bem contra o Mal. De uma forma geral, o filme agrada, mas não há nenhuma necessidade dele ser exibido em 3D.

Nenhuma cena justifica o preço mais alto do ingresso. Assim como aconteceu em Fúria de Titãs e outros, O Último Mestre do Ar não foi produzido, mas apenas finalizado dentro desse sistema, o que acaba gerando - digamos assim - uma espécie de estelionato. Não é este o nome dado para quem cobra por uma coisa que não existe? Prefira as cópias simples, em 2D, mais baratas e com o mesmo efeito.

celso sabadin*

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* O multimídia - e querido amigo - Celso Sabadin é autor do livro autor do livro Vocês Ainda Não Ouviram Nada – A Barulhenta História do Cinema Mudo e jornalista especializado em crítica cinematográfica desde 1980. Atualmente, dirige o Planeta Tela (um espaço cultural que promove cursos, palestras e mostras de cinema) e é crítico de cinema da TV Gazeta e da rádio Bandeirantes.
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Meus comentários

Tenho lido muitas críticas negativas ao filme de M.Night Shyamalan - concebido para ser uma trilogia - e concordo com algumas delas. Primeiro, concordo com meu amigo Celso Sabadin e outros críticos sobre o 3D: uma grande "falseta" para arrecadar dinheiro. Não vale pagar a mais por isso. Sou uma fã das tramas do diretor indiano, sempre muito bem construídas e desenvolvidas, com aquelas aguardadas "surpresinhas finais", uma de suas marcas registradas. Dessa forma, paguei mais caro o ingresso e, garanto que, se tivesse visto em 2D, não teria feito a menor diferença.

Bem, voltanto ao filme em si e a Shyamalan, dá para afirmar que o sucesso inicial de suas produções fez com que ele tivesse controle absoluto de seu trabalho, fato raríssimo na história recente dos grandes estúdios. E essa é sua primeira vez que dirige algo que não criou e escreveu. Talvez para ser aceito também como um cineasta de blockbuster ou por pura falta de experiência mesmo tenha escorregado em ocasiões em que não deveria, como o desenvolvimento dos personagens, os diálogos forçados, a direção pesada, os clichês e até tenha deixado de lado o humor característico da animação original. E ainda tem o problema da falta de ritmo. Grande criador de climas e tensão, o diretor do "me ame ou me odeie" fica devendo na hora em que a trama pede ação e uma dose de suspense.

Na outra ponta, sou também uma fã da série animada na qual o longa foi baseado. Ou melhor, copiado, embora resumidamente, para as telas nos mínimos detalhes. Está tudo lá: o menino que carrega nas costas o peso de trazer a paz ao mundo, mas nem sempre tem consciência disso e faz cara de quem prefere brincar e, como li em alguns textos, de "chupar pirulito". Afinal, ele é apenas um garotinho e, muitas vezes, age como tal. Ainda há a imponente Nação da Água, os gananciosos habitantes da Terra do Fogo e uma batalha final de cair o queixo. Aí, dá para esquecer todos os deslizes e sobressaltos anteriores. O que fica é a sensação de se ter visto um épico recheado de efeitos especiais mirabolantes e a curiosidade do que ele fará na continuação. Tomara que tenha aprendido a lição e nos dê um entretenimento de primeira.

Cinema: Como Cães e Gatos 2 - A Vingança de Kitty Galore

Como Cães e Gatos... dois? Como assim? Quando foi o primeiro? Não é muita gente que lembra, mas o primeiro Como Cães e Gatos foi lançado já há quase dez anos, e não foi, por assim dizer, um grande marco de recordação da história do cinema, aqui no Brasil. Por que, então, uma continuação assim tardia? Os números justificam: o filme original - embora pouco expressivo por aqui - fez um razoável sucesso nas bilheterias americanas, nas quais arrecadou quase US$ 100 milhões, na época. Nada desprezível. E hoje, quase dez anos depois, a tecnologia necessária para este tipo de produção já está bem mais acessível (menos cara). Arriscar na franquia, no julgamento dos produtores americanos e australianos que bancaram o projeto, poderia valer a pena. Principalmente com os preços dos ingressos inflacionados pelo 3D.

Números a parte, o filme tem tudo para agradar a garotada, sem aborrecer os papais e titios. Mesmo para quem não viu o primeiro filme, não é difícil acompanhar a história da super espiã Kitty Galore, uma gata (literalmente) que se rebelou contra a MIAU, uma organização internacional de espionagem formada só por felinos, e resolveu agir por conta própria na sua luta insana pela eliminação de todos os cachorros do planeta.

Diante dessa ameaça sem precedentes, acontece o que seria impensável: os agentes secretos do mundos dos gatos se unem aos agentes secretos do mundo dos cães para tentar eliminar a terrível Kitty Galore. Pura política: desafetos históricos se unindo para combater um poderoso inimigo comum. A gente vê isso todo dia no horário eleitoral. Para dar um toque mais humano ao filme (ou seria canino?), um dos principais responsáveis por esta empreitada é o simpático Diggs, um pastor alemão que se torna herói após ser desprezado pela Polícia de San Francisco. O típico caso de segunda chance e redenção, tão querido aos roteiristas de Hollywood.

Como Cães e Gatos 2 tem o cuidado de desenvolver um ritmo ágil de muitas brigas e perseguições - bem ao gosto da garotada - sem esquecer que são os adultos que levam as crianças ao cinema. Assim, desde os créditos iniciais, até a concepção da trilha sonora, são inúmeras as referências aos filmes de James Bond, que certamente têm ressonância muito mais próxima ao público adulto. Mesmo sem ser impressionantes, os efeitos especiais convencem. O que não se pode dizer do fraquinho e dispensável sistema 3D, que faz a alegria dos produtores e exibidores - aumentando o preço do ingresso - mas não muda quase nada para o público. Prefira as cópias convencionais e divirta-se.

celso sabadin*

* O multimídia - e querido amigo - Celso Sabadin é autor do livro autor do livro Vocês Ainda Não Ouviram Nada – A Barulhenta História do Cinema Mudo e jornalista especializado em crítica cinematográfica desde 1980. Atualmente, dirige o Planeta Tela (um espaço cultural que promove cursos, palestras e mostras de cinema) e é crítico de cinema da TV Gazeta e da rádio Bandeirantes.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Pinguins em novo episódio

O canal Nickelodeon estreia neste quinta, dia 16, às 17h30, um episódio especial dos amalucados Os Pinguins de Madagascar. Nele, Capitão, Recruta, Rico e Kowalski - que agora fazem parte de um esquadrão de elite cuja missão é proteger os animais do zoológico de Nova York - saem em busca de um tesouro, mas acabam cruzando o caminho de um rato nada comum: o Rei dos Esgotos.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Comemoração na telinha

Os Griffin estão em festa! No domingo, dia 15, às 22h, o FX estreia o episódio número 150 de Uma Família da Pesada. No especial de uma hora de duração e cuja história acontece em tempo real, Brian e Stewie ficam presos no cofre de um banco e se vêem forçados a passar o final de semana por lá mesmo até que a porta se abra automaticamente.

Criada por Seth MacFarlane em 1999, Uma Família da Pesada mostra com humor ácido as irreverentes aventuras de Peter Griffin e sua adorável esposa Lois, que luta, em vão, para manter o mínimo de normalidade em casa. O que não é nada fácil quando se tem três filhos para educar: a adolescente de 16 anos Meg, que só pensa em fazer plástica nos lábios e conseguir um par para o baile de formatura; o garoto de 13 anos Chris, que é preguiçoso por natureza; e o pequeno Stewie, um bebê de apenas um ano de idade com uma mente diabólica. Há ainda o cachorro falante Brian, que prefere seus martínis à sua ração para cachorros e é o mais intelectual da família.

Bate-papo animado

No domingo, dia 15 de agosto, das 15h30 às 17h30, acontece no Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso, em São Paulo, a exibição de animações produzidas pelo projeto Sobre Vida e pelo coletivo Graffiti com Pipoca. Em seguida, ocorre um bate-papo com os produtores dos animados. O Projeto Sobre Vida, criação coletiva do grupo Z-Plongée, apresentará sua animação em 3D produzida por meio do software livre Blender e transformada posteriormente em uma HQ. Já o Graffiti com Pipoca produz animações que utilizam as técnicas do graffiti como meio de expressão (foto). Ambos os projetos foram contemplados pelo Edital de Co-Patrocínio para Primeiras Obras.

Serviço
Data: dia 15/08, domingo, das 15h30 às 17h30
Local: Espaço Sarau (Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso - Av. Deputado Emílio Carlos, 3.641, Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, SP)
Mais informações: no site do centro cultural

Palestra animada

Amanhã, sábado, dia 14, às 10h, acontece na Universidade Veiga de Almeida o II Encontro com Produtores de Animação do Rio de Janeiro. O evento tem como objetivo discutir o desenvolvimento da animação em terras cariocas, apontando oportunidades e tendências. Entre os palestrantes estão Alexandre Bersot (animador), Andrés Lieban (diretor de animação e criação da 2D Lab), Felipe Taveres (produtor de animação do Copa Studio), Marão (animador) e Paulo Luna (diretor de animação).

Serviço
Data: 14 de agosto
Horário: 10h
Local: Sala 129 - Campus Barra (Av. General Felicíssimo Cardoso, 500, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ)
Entrada Franca / Vagas limitadas
Inscrições pelo e-mail posgraduacaobarra@uva.br

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

E vem a continuação...

Depois de arrecadar mais de US$ 200 milhões nas bilheterias, a animação Meu Malvado Favorito deve ganhar uma continuação. A Illumination Entertainment, criadora do longa animado, anunciou que a sequência ganhou sinal verde e que a produção começa em 2011. Os roteiristas do original, Ken Daurio e Cinco Paul, já estão trabalhando no roteiro.

Na versão original, em cartaz nos cinemas nacionais, Groo é um homem desprezível que encontra a mãe de todos os desejos quando planeja roubar a lua. Encorajado pela malvada mulher, ele encontra um único obstáculo no seu caminho: um trio de órfãs que estão sob seus cuidados e não podem ser abandonadas. O elenco de vozes no original conta com Steve Carell, Jason Segel, Danny McBride, Russell Brand e Julie Andrews.

Pixar bate novo recorde

A notícia não é muito nova, mas vale registrar... Toy Story 3, o décimo primeiro longa-metragem da Pixar, entrou para a história como a maior bilheteria de todos os tempos do estúdio. Em seu fim de semana de estreia, o longa animado ficou em nono no ranking, arrecadando pouco mais de US$ 3 milhões e somando US$ 895 milhões em todo o mundo. Até então, sua maior bilheteria era Procurando Nemo, com US$ 867,89 milhões arrecadados em 2003.

O desenho, em 3D, traz Woody (voz de Tom Hanks), Buzz (Tim Allen) e toda a turma de volta às telonas quando Andy se prepara para ir à faculdade e seus brinquedos são doados para uma creche. Enquanto armam um plano de fuga, eles fazem novas amizades e embarcam em uma grande aventura. Entre os novos personagens estão Ken (Michael Keaton), o ator e ouriço de jardineira, Espeto (Timothy Dalton) e um ursinho de pelúcia rosa com cheiro de morango, chamado Lotso Ursinho Fofo (Ned Beatty).

Estreia: Meu AmigãoZão

No dia 9 de agosto, estreou no canal Discovery a série animada Meu AmigãoZão (todas as segundas, às 12h). Indicada para crianças em idade pré-escolar, o desenho tem 52 episódios de 11 minutos de duração e já recebeu os prêmios Prix Jeuness Ibero America e primeiro lugar no Global Licensing Challenge no Mip Jr, em Cannes. Nela, os pequenos Yuri, Lili, Matt e seus ‘amigãozões’ Golias (um elefante azul), Nessa (uma girafa rosa) e Bongo (um canguru verde) enfrentam juntos os desafios de crescer com muita imaginação e cumplicidade. Eles vivem em uma vizinhança aconchegante onde todos moram perto. Os pais levam as crianças ao parque e elas também se encontram na escola e em casa.

Por meio da brincadeira e da criatividade, os amigãozões ajudam as crianças a resolverem pequenas diferenças e a valorizar as qualidades de cada um. Elas, por sua vez, também colaboram com seus amigos bichos, mostrando que, quando se trata de amizade, tamanho não é documento e que todo mundo precisa de um AmigãoZão. Os desafios do universo infantil são resolvidos por meio da diversão. O balão que sumiu no céu, a vergonha de falar em público, o medo de altura, não querer dividir o doce são apenas algumas das questões enfrentadas, sempre com muito humor, por meio de grandes aventuras.

A cada episódio, as crianças concretizam seus desafios em lugares e situações fantásticas. Eles podem entrar nos desenhos de Yuri, voar atrás de um balão perdido, brincar em um castelo de nuvens, sempre construindo mundos tão ricos quanto a sua imaginação.

O desenho foi criado por Andrés Lieban - animador com mais de 20 anos de experiência e ganhador do Liv Ullmann Peace Award no Festival de Cinema Infantil de Chicago e Claudia Koogan Breitman, tendo como inspiração o curta homônimo do próprio André. A série ainda foi desenvolvida com respaldo de especialistas em programação infantil, como a consultora de televisão Beth Carmona, responsável por Mundo da Lua, Castelo Rá Tim Bum e Um Menino Muito Maluquinho. Jamie Piekartz, psicopedagoga e diretora da Tree House, canal reconhecido internacionalmente pela qualidade de sua programação infantil, foi uma das supervisoras da atração.